15 de jan. de 2020


Você tem esse livro? | BOOKTAG


Ela ama uma BOOKTAG ela!
Quando eu vi essa tag corri pra vim responder pra vocês, e aproveitei eu mesma pra me surpreender com a minha coleção de livros!
1. Você tem um livro infantil? 
Rola citar as HQs do Mickey? Harry Potter? Que são livros que eu desejei ler desde criança. 
2. Você tem um livro que você não entendeu? 
O Espadachim de Carvão, Afonso Solano - num é possível que seja tão ruim esse livro, eu só posso não ter entendido direito. 
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3. Você tem um livro baseado em outra história fictícia? 
A Trilogia de Cinquenta Tons? Fanfic de Crepúsculo, serve? Ou melhor, a Biblioteca de Hogwarts, livros baseados em Harry Potter. 
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4. Você tem uma série que não finalizou? 
Crônicas de Gelo e Fogo, Game of Thrones…. Eu que lute pra terminar viu! 
5. Você tem um livro esgotado? 
Os Primeiros de Outlander com as primeiras capas da série, hoje em dia é bem difícil de achar. 
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6. Você tem um livro em edição de bolso? 
Devo ter uns do Benny Hinn, daqueles que a gente comprava na revista da avon. 
7. Você tem um livro escrito por um autor usando um pseudônimo? 
JK Rowling, a própria fada! 
8. Você tem um livro ilustrado?
Pequeno Príncipe, O lar das crianças Peculiares, meus livros biográficos, O Diario de Anny Frank, todos tem imagem. 
9. Você tem um livro que nunca ouviu falar antes? 
Dragões de Éter, só conheci depois que ganhei. Aliás, só conheci o autor depois do livro. 
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10. Você tem um livro que foi adaptado pela tv?
A Casa das Sete Mulheres - melhor adaptação da globo forever. E tenho também, O Mar Morto, do Jorge Amado, que é o livro base de Porto dos Milagres. 
11. Você tem um livro escrito por alguém que é originalmente famoso por outra coisa? (celebridade / atleta / político / personalidade de tv ...) 
Tenho alguns livros de Youtubers, como Keferá, Felipe Neto, Isabela Freitas. Atletas, tenho o do Casagrande e o Neto. Além do da Lucinha, mãe do CazuzaChico Buarque.
Que inclusive tem resenha de alguns deles aqui no blog.
12. Você tem um livro autografado? 
Os da minha amiga Carol Vasconcelos, tenho todos autografados, o Dragões de Éter também autografado. Felipe Neto Minha Vida não Faz Sentido, e o da Carina Fragoso, Eu sou péssimo em inglês. 
13. Você tem um livro de poesia? 
Não tinha até mês passado, hoje tenho “A bruxa não vai para a fogueira nesse livro” e “outras formas de usar a boca”
14. Você tem um livro com um selo de prêmio? 
Não :(
15. Você tem um mesmo livro em duas versões? 
Sou fã de Harry Potter né bebê! Tenho algumas versões. 
16. Você tem um livro de contos? 
Contos do Mundo Mágico de Carol Vasconcelos, e Viveram Felizes para sempre da Julia Quiin, além dos Contos de Beendlo o Bardo. 
17. Você tem um livro em outra língua? 
Harry Potter and the Chamber of Secrets
18. Você tem um livro que foi transformado em filme? 
MUITOOOOOS - Uma boa parte já foi inclusive citada aqui
19. Você tem uma HQ? 
Duas do  Mickey, com muito amor!
20. Você tem um livro escrito por 2 ou mais autores?
Como levar uma vida normal sendo louca da Camila Fremder e Jana Rosa, maravilhosas!

Espero que vocês tenham gostado dessa tag, passem lá no canal e confiram o vídeo, 
um super beijo!


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13 de jan. de 2020


Resenha – O conde Enfeitiçado - Julia Quinn



Sinopse: Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton. Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele. Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos – a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite. Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz. No sexto livro da série Os Bridgertons, Julia Quinn mostra, em sua já consagrada escrita cheia de delicadezas, que a vida sempre nos reserva um final feliz. Basta que estejamos atentos para enxergá-lo.

Francesca Bridgerton é praticamente um personagem novo, embora mencionada nos livros anteriores, mas não conhecíamos detalhes sobre ela. Isso se explica pelo fato da quinta Bridgerton já estar casada e morando na Escócia a essa altura da historia.  Do outro lado, temos Michael, um “libestino” sensível e completamente apaixonado pela amiga e esposa do primo/irmão.

Francesca era casada com John Stirling e estava complemente apaixonada por ele, quando dois anos após o casamento John morre e deixa Francesca abalada e viúva em uma sociedade que não aceitava muito bem esse estado de luto. Enquanto isso, o primo de John, Michael Stirling, sentia o coração disparar a cada olhar inocente e amoroso de Francesca. Michel seria o porto seguro de Francesca, pois era seu melhor amigo, além de um “parente” próximo, mas ele não sabe lidar com seus sentimentos cada vez mais reprimidos, em respeito ao luto da mulher que ama e com isso “fugiu”, não apenas do sentimento, do país, mas de tudo!

Francesca sempre se sentiu estranha com relação a sua numerosa família. Ela queria muito ter a sua própria. Mas quando Jonh partiu, eles não tinham um herdeiro pra lhe fazer companhia. Passando oficialmente o período do luto, com o pensamento nesse desejo de ser mãe, Francesca resolve voltar a “debutar” na sociedade Londrina em busca de um novo casamento. Sua relação com o seu primo/amigo praticamente eram inexistentes após a viagem de Michel, pegando ela de surpresa na sua volta repentina.

A narrativa foi dividida em duas partes como os demais livros da série, narradas pelo ponto de vista de ambos protagonistas, porém aqui temos ainda a parte da história contando a vida de Francesca ao lado de John e em uma segunda parte ela já está viúva e é aí que nossa história realmente começa.

Esse é um dos mais adultos dos livros, principalmente por já tratar de uma personagem que já “conhece a vida”, já foi casada, já tem mais “liberdade” com relação a sociedade, e responsabilidades já que se tratava de uma condensa por casamento. Além disso, é legal saber, que essa história se passa no mesmo período dos acontecimentos dos livros Os Segredos de Colin Bridgerton e de Para Sir Philip, com amor. Então a tão participativa dos irmãos como nos demais livros, aqui acontece com menos ênfase porém com uma importância super significativa. Obrigada Colin por sempre aparecer nas melhores partes!

E ele, que dormira com tantas mulheres, subitamente se deu conta de que nada fora até então além de um menino imaturo. Porque nunca tinha sido daquela maneira. Antes tinha sido o seu corpo. Aquilo era a sua alma.”

Levando em consideração a época em que se passa, a historia é bem ousada, e verdadeira. Pois eu simplesmente não acredito que pelo puro “puritanismo” as pessoas (as mulheres no caso) deixavam de viver seus felizes para sempre. As cenas de sexo aqui são beeeeem a frente de verdade do seu tempo acredito eu, mas não pecam em nada! Não que nos outros livros a Julia Quinn tenha sido leve, mas aqui a própria Francesca se pergunta a certo ponto se ela própria não tinha espírito devasso por gostar de se sentir daquela forma com Michael. 
Todas as mulheres da família se rendem num a Michel, eu também me rendi, e esse é um dos meus Bridgertons preferidos!

Romance de Época| 290 Páginas
Classificação 5/5

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19 de dez. de 2019


Resenha Literária – Para Sir Phillip com Amor - Julia Quinn






























Sinopse - Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.

Mais um livro de Julia Quinn, romance de época sobre a família Bridgerton com lições de vida bem atemporais. Ao unir dois personagens completamente diferentes em suas experiências familiares, a autora fala de uma maneira tocante e reflexiva sobre abuso, depressão, desilusão, medos e recomeços.

Para Sir Phillip, com amor é o quinto livro da série Os Bridgertons e nos traz a história de Eloise Bridgerton, a mais falante e decidida entre os irmãos. Temos vários momentos dela ao longo dos quatro livros anteriores, o que nos leva a perceber a fortaleza que compõem sua personalidade e já nos deixar com uma pulga atrás da orelha ao acompanhar o final do quarto livro. Já Phillip é um homem racional e reservado, que quer em um relacionamento é encontrar a madrasta ideal para os seus filhos, em vez do amor que ele nem mesmo acha ser possível.

O que no caso, é um diferencial dessa obra, pois o “mocinho” já foi casado e tem dois filhos e até agora nenhum livro da autora tratava de uma segunda união.

Tudo começou com uma simples carta de Eloise dando seus pêsames a Phillip pela morte de sua esposa Marina, que era também prima de Eloise. Phillip se sente tocado pelo gesto de Eloise e acaba lhe respondendo de volta anexando uma flor prensada à carta. Eloise se encanta pelo ato atencioso de Phillip e o responde de volta e cada um se mostra aberto em continuar se comunicando depois disso. E isso se prolonga por vários meses.
Diferentemente do que ela esperava, Phillip é um homem belo de uma forma rude, é inteligente mas extremamente reservado, não tem uma boa relação com os filhos e evita ver o quão abandonado está seu lar,  formado em Botânica, mas não podendo exercer de fato a profissão por ter assumido as terras do irmão que morreu, Phillip se contenta em passar seus dias em sua estufa, cuidando do que mais ama fazer.  Eloise, que por sua vez, vem de uma família grande, unida e amorosa, desperta no coração de Phillip: a vontade de ser um pai melhor. Mas como?

Após um convite em aberto para que Eloise vá lhe fazer uma visita em Gloucestershire, para tentarem se entender e ver se é possível um casamento, Eloise leva um pouco a sério demais e decide ir de surpresa encontrá-lo.



Isso vai dá certo? Obvio que não!

Muitas coisas acontecem, e tornam esse um dos meus livros preferidos da série. Incluindo uma das cenas mais icônicas, dos irmãos invadido a propriedade de Phillip atrás de salvar a reputação da irmã, porém não dá pra confiar em todos os Bridgertons quando tem uma mesa de jantar posta no ambiente não é mesmo?

O crescimento e amor dos personagens são incríveis de se acompanhar, a forma linda como a família abraça essa nova geração de agregados é ainda mais maravilhosa, não esperava menos de Violet, que sempre se mostra ser uma matriarca com o coração maior que tudo.
Phillip que nos assusta com seu jeito bruto e talvez de homem das cavernas, não passa de um ursão que precisa de carinho, carinho esse que nossa pequena e destemida Eloise tem de sobra.

Esse é sem dúvidas mais um super livro da Julia Quinn e que eu amei muito!
Romance de Época| 288 Páginas
Classificação 5/5

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20 de nov. de 2019


Resenha – O Visconde que me amava – Julia Quinn



“A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.

Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.

Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.

Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.”

Anthony Bridgerton, primogênito da família Bridgerton, dito pela própria Lady Whistledown (a própria Leo Dias da alta sociedade de 1800), é um Libertino dos piores (Libertino com L maiúsculo mesmo!), daqueles que gostam de festas e de bebidas e principalmente de mulheres, o “chefe” da família, é o irmão mais velho, responsável por todas as coisas da família após o falecimento do pai, a qual ele até então mesmo depois de tanto tempo, sofre tanto, desde o dinheiro até as propriedades e também ajuda a “cuidar” dos irmãos, apesar de serem todos adultos. Nunca parando com nenhuma só mulher, até que resolve que enfim chegou à hora de se “aquietar” como dizemos num bom ceares.

Mas isso pra na cabeça dele, seria algo fácil, só teria que encontrar uma mulher dentro dos padrões aceitáveis para sua futura condição de viscondessa, mas principalmente que mesmo com todas essas características ele saiba que não corresse o risco de se apaixonar e amar sua esposa, porque sabe que seu coração é algo que não pode dar assim, simplesmente porque ele tem em sua mente que ele morrerá cedo (assim como aconteceu com o pai dele) e ele sabe que o amor apenas complicaria essa equação.
“Anthony não era um cínico completo: sabia que o amor verdadeiro existia. Qualquer pessoa que tivesse ficado no mesmo cômodo que seus pais sabia disso. Mas amor era uma complicação que ele preferia evitar. Não tinha desejo algum de presenciar esse milagre em particular na própria vida.”

Diante dessa “lógica” sem a menor “lógica” dele, ele mirou numa donzela que achava que se “encaixava” nos pré-requisitos que ele mentalmente estabelecerá, o que ele não contava era que antes de chegar ao coração e a corte dela, precisaria passar pela aprovação de sua irmã, Kate Sheffield.

Kate apesar de ser a mais velha, sempre viveu a sombra de sua irmã caçula, que sempre chamou a atenção por sua extrema beleza e delicadeza. Todos os homens aptos para se casar queriam Edwina. Então Kate ao invés de procurar um marido para si, pega a responsabilidade de achar um perfeito para Edwina.  Ela tem todo um humor ácido e é cheia de respostas (algo que naquela época não era muito agradável em moças que tinham que estar sempre cheias de cuidado com as coisas que diziam e como se portavam), além de ter uma personalidade bem forte.
“Havia algumas verdades que Kate decidira aceitar fazia muito tempo. Nunca aprenderia a dançar uma valsa sem tentar conduzir o parceiro; sempre teria medo de tempestades de raios, por mais que dissesse a si mesma que estava sendo ridícula; e, não importava o que vestisse, quanto arrumasse o cabelo ou beliscasse as bochechas, nunca seria tão bela quanto Edwina.”

A partir do momento que Anthony começa a cortejar Edwina, ele e Kate começam uma briga de cão e gato. Claro que, como todo bom livro de romance, não poderia faltar algum drama e o responsável pelo drama nesse caso é o passado dos dois. Historias tristes, percas e responsabilidades de irmãos mais velhos, traumas com dificultam apesar dos “títulos” de se encaixarem na sociedade como realmente são. Mas uma das coisas mais maravilhosas nesse livro é como eles enfrentam tudo isso juntos.

Os dois tem uma personalidade forte e que seriam perfeitos um para o outro, acontece que Kate seria a mulher por quem Anthony se apaixonaria com certeza então ele não quer nem cogitar se casar com ela. Que parece não ficar claro pra eles, mas é super notável não apenas para nós leitores, como para os demais personagens também. E isso vai causando uma situação inesperada, engraçada, que obrigará os dois a lidarem do único jeito aceitável a sociedade.
“E então, um dia, isso mudou. Era engraçado, refletiu mais tarde, como a vida de alguém podia mudar num único instante, como tudo podia ser de um jeito num minuto e, no seguinte, simplesmente se transformar em algo diferente.”

Eu realmente gostei da construção do casal, amo a forma imperfeita do Anthony lhe dá com tudo, e no final do livro inclusive a Julia Quinn diz isso, que essa imperfeição é o que o torna tão especial.  Gosto da forma como Kate leva a situação, mesmo não se achando adequada, mas não se acha “coitada”, e luta pela sua própria historia independente de um marido, ou posição social, como era posto pela sociedade. Amo o fato que ela é uma princesa que não ta a espera de um príncipe num cavalo branco a espera pra ser salva. AMO KATE COM TODAS MINHAS FORÇAS.

 “Alguns laços, ele começava a perceber, eram mais fortes que os de sangue.”

A escrita da Julia Quinn me conquista a cada novo livro. Em O Visconde que me Amava todos esses defeitos dos personagens exatamente verdadeiros principalmente pra época, como o complexo de beleza dela e o autoritarismo do Anthony, além de mais alguns traumas de ambos, que tornaram o livro muito mais que um mero romance, mas um puta romance.

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8 de nov. de 2019


Os Bridgertons - Minhas Primeiras Impressões

O Duque e Eu
O Visconde que me amava
O Perfeito Cavalheiro
Os segredos de Collin Bridgertons
Para Sir. Phillip com amor
Os Bridgertons é uma série de romance de época composta por 9 livros, sendo último um compilado de contos de todos os livros anteriores, a pós passado alguns anos. Escritos pela Julia Quinn, publicados no Brasil pela Editora Arqueiro.


A história conta sobre uma família, Os Bridgertons no caso, de 8 filhos. Violet, a matriarca, fica viúva ainda grávida do seu 8º filho. Um casamento perfeito, uma família bem estruturada e feliz.
Os livros conta a história de cada filho, não na ordem de nascimento, mas sim de determinados acontecimentos, além de destacar o fato “engraçado” de que eles tem nomes em ordem alfabética.


O Duque e Eu - pra mim foi um dos mais engraçados, é o primeiro livro que conta a história de Daphne, a quarta filha. É um dos mais detalhados e tem mais características de “romance de época”. Temos a mocinha que vai atrás dos objetivos e o rapaz que foge alá Christian Grey. Mais pode se dizer que esse é até agora é um dos meus livros preferidos.


O Visconde que me amava - Já no segundo livro, temos a história de Anthony, o primeiro filho dos Bridgertons. Um drama mais fora do óbvio, uma mocinha que não está esperando o príncipe encantado para ser salva, além de cenas mais envolventes.

No final do livro a autora parece justificar justamente o por que não temos um “mocinho perfeito”. Essa NÃO perfeição dele é o que mais o torna incrível!


O Perfeito Cavalheiro - Comecei lendo, pensando que teríamos aqui uma história alá Cinderela, mas depois, algo bem Aladdin. Porém, a história de Benedict é tão incrível, que não tem como nos apaixonar de forma diferente.

Os segredos de Collin Bridgertons - só em falar o nome desse livro me deu fome. Sério! Melhor livro até agora. Não tem como não dá uma gargalhada ou não se apaixonar só em ler e imaginar o sorriso dessa pessoa.
Para Sir. Phillip com amor - Podemos ver como a quinta Bridgertons cresceu ao longo desta drama.
Eu tinha começado a ler os Bridgertons por indicação da Ellen do Colecionando Primaveras, lembrem-se que a última coisa que ela me indicou foi Outlander e que eu fiquei doentiamente apaixonada por essa saga, me parece que não temos algo de diferente nessa. Decidi começar após uma mega ressaca literária e acabei ficando presa nessa paixão.
A série de livros tem seus direitos sobre o “domínio” da Netflix e está em produção, e provavelmente até o fim do ano que vem estaremos perdidamente apaixonados por ela.
Vou preparar individualmente vídeos resenhas e posts no blog falando sobre cada um desses livros, mas antes tinha que passar por aqui colocando sobre essa minha súbita paixão do momento.

Beijos e até a próxima!

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